Brasil Econômico – Everlast briga pela liderança no Brasil

07/02/2012

Principal marca de roupas para lutas, companhia americana passa a comercializar equipamentos esportivos no país.

Naiara Bertão

A centenária marca de artigos para luta e líder mundial do segmento, a Everlast, terá um ano movimentado no Brasil.
Tiago Cruz, ex-lutador, foi chamado pelo presidente da Everlast no país, Onófrio Laselva, para cuidar de novos projetos e aproveitar a demanda crescente do mercado fitness, em especial o de lutas como o boxe, MMA, jiu-jitsu e muay thai.
A transmissão na TV dos torneios de de Ultimate Fighting Championship (UFC) tem ajudado a popularizar esses esportes.
Segundo Cruz, após firmar a Everlast no Brasil como sinônimo de qualidade e status em vestuário, calçados e artigos esportivos, agora é hora de fortalecer a marca em alguns nichos.
“O Brasil é um caso de sucesso para a Everlast. Aqui conseguimos transformar a marca em objeto de desejo do público em geral. Agora queremos ser líder em equipamentos esportivos até 2013 (hoje a participação é irrisória nesse mercado) e entrar em novos segmentos, como cuidados pessoais, suplementos alimentares, jeans e outros”, conta Cruz, que tem como missão organizar a casa e identificar os potenciais dessas categorias.
Para 2012, a expectativa é aumentar em 50% o faturamento no Brasil, de R$ 90 milhões para R$ 135 milhões.
Em apenas quatro anos no país, o mercado brasileiro já responde por 10% da receita global da Everlast. Em 2012, a meta é responder por 15% das vendas.
Além dos tradicionais artigos para luta, a marca Everlast estampa várias linhas de produtos, como os relógios da Grevil, os chinelos Ballina, tênis Mega Group, meias e cuecas Lupo, artigos de papelaria da Foroni, perfumes Passione e o recém-lançado energético da Global Energy.
“Há uma demanda reprimida no Brasil por Everlast. Quando reabrimos a loja própria em São Paulo em dezembro (única do mundo) ficamos surpreendidos com as vendas, quatro vezes mais que o esperado para o mês”, diz Cruz, que já planeja a abertura de duas outras lojas esse ano.
Cerca de 60% das vendas no mercado nacional são feitas pelas lojas virtuais da companhia.

http://www.brasileconomico.ig.com.br/noticias/nprint/112843.html

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