Booklover

estanteNai e os livros

Eu sempre gostei MUITO de ler. Enquanto muitos gostavam de ganhar brinquedos no Natal eu sempre gostei de desembrulhar livros. Mesmo sabendo que eu não conseguiria ler todos, ficava fascinada com a estante lotada. Ao 16 e poucos anos, era, para mim, melhor do que colecionar figurinhas ou pretendentes. Eu sempre gostei de ter leituras de assuntos variados. Quando era mais nova, a ficção sempre me prendeu.

Tudo começou quando, meu pai me colocava para dormir e me contava uma história. E elas raramente vinham de livros, mas de sua própria imaginação. Aquilo, para mim, era mágico. Eu já conseguia imaginar toda a cena. Eu adorava me transportar para um mundo paralelo e poder vivenciar experiências de outras pessoas, nos olhos de outras pessoas. Assistir aos programas da TV Cultura – ‘Castelo Ratimbum’ e ‘Senta que lá vem história’, em especial – me encantavam também. Depois vieram as influências das novelas infantis – ‘Chiquititas’ (SBT) – e, mais tarde, de ‘Malhação’ (TV Globo). Mas os livros nunca me abandonaram.

Na então 4ª série do Ensino Fundamental eu ganhei da professora de Português um livro por ter sido a aluna que terminou mais rápido o exercício proposto. E olha que ele veio até com uma dedicatória. Eu me senti animadíssima! Depois vieram os livros da Vaga-lume, da Editora Ática: ‘A ilha perdida’, ‘O caso da borboleta Atíria’, ‘Os pequenos jangadeiros’, ‘O escaravelho do diabo’, ‘A turma da rua Quinze’, ‘Tráfico de Anjos’, ‘Missão no Oriente’, ‘Na mira do vampiro’, entre outros.

Mas outra coleção em especial me encantou ainda mais: ‘Os Karas’, de Pedro Bandeira. Certamente, se você tem mais de 23 anos (tenho 27) já ouviu falar de ‘Droga da Obediência’, ‘Pântano de Sangue’, ‘Anjo da Morte’, ‘A droga do Amor’ e ‘Droga de Americana’. As histórias são baseadas no ímpeto desbravador de cinco jovens, moradores de São Paulo, que estudavam em um colégio fictício chamado Elite. Eles precisam desvendar enigmas complexos e perigosos.

Não demorou muito para outra febre despontar: Harry Potter. Joanne Rowling, mais conhecida por J. K. Rowling, conseguiu passar a milhões de jovens, crianças e adultos o qual divertido e emocionante era a vida de um garoto que começou não sabendo que era bruxo,  mas que, no final dos sete livros, salva o mundo. O mais interessante de Harry Potter, no meu ponto de vista, é que ele se aproxima de nós. É um garoto confuso, ansioso, desengonçado, atrapalhado, curioso, independente, gentil, mas, às vezes, rude, cujos atos são amplamente vigiados e sob quem se cria uma enorme expectativa para que seja bem-sucedido. E Harry Potter é que ele aprende, ao longo dos anos, a se aliar às pessoas certas nas horas certas. Ele sabe quais são seus defeitos e qualidades e sabe como potencializar e usar seus pontos fortes e de seus parceiros para compensar seus pontos fracos. É humano, apesar de bruxo.

Harry Potter é uma série inteligente, bem-escrita e cativante. Já outro clássico que se disseminou rapidamente foi ‘O Senhor dos Anéis’. A meu ver a trilogia capta pelo extraordinário, pelo mundo paralelo, pelo pensamento ‘fora da caixa’ do autor. Contudo, o livro em si é massante, detalhista e cansativo. Mas eu li e confesso que até pulei algumas musiquinhas porque a impressão é que não ia acabar nunca.

Também já li auto-ajuda, livros de negócios, histórias jornalísticas, livros romanticozinhos, didáticos, técnicos e biografias… Cada um tem sua particularidade, mas o que mais tenho gostado ultimamente são as biografias. Entender quem um(a) grande inspirador(a) é, de fato, me dá forças para entender que eu também sou capaz de fazer algo grandioso, basta acreditar. E uma observação importante sobre mim, eu nunca tenho um só livro na cabeceira da cama, sempre tenho, pelo menos, dois. Hoje, por exemplo, estou com três: ‘Steve Jobs’ por Walter Isaacson (Cia das Letras); ‘Conversas com Woody Allen’ por Eric Lax (CosacNaify) e ‘Oportunidades Disfarçadas’ por Carlos Domingos (Sextante). Gosta de ter opções porque meu humor e vontade de leitura varia muito.

Quero começar a indicar para vocês um pouquinho dessa minha personalidades ‘livrolomaníaca’. Por isso criei a sessão “Booklover” aqui no blog! Espero que inspire alguém a gostar de ler. 🙂

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